O conceituado DJ e produtor português OVERULE afasta-se da euforia das pistas para entregar o seu  terceiro single, o mais pessoal e humano, que faz parte do novo álbum “Frescos da Época”.

Diferente dos registos puramente festivos que marcam a sua carreira, este novo trabalho é um convite à reflexão. O foco recai sobre a narrativa da persistência e as cicatrizes que cada um carrega na sua jornada individual. O coração pulsante da música reside na frase que já ecoa entre os fãs:  “Lágrimas no vinho, mas eu brindo na mesma.”

Numa publicação introspectiva que acompanhou o lançamento, Overule abriu o coração sobre o significado profundo da letra. O artista confessou ter duvidado do seu próprio percurso “mais vezes do que admite”, descrevendo este tema como um tributo a todos os que, mesmo cansados ou frustrados pelas adversidades, se recusam a parar.

“Pode não ser bonito, mas é real”, afirmou o artista, dedicando a composição a todos os que perderam pessoas ou certezas pelo caminho, mas que mantêm a resiliência de quem sabe que não pode desistir de si próprio.

O projeto “Frescos da Época” promete revelar a versatilidade de um produtor que não teme arriscar em novas sonoridades e temáticas, provando que a música de dança também pode ser um espaço de profunda introspeção.

Outras Notícias